Então quando tudo parece direito
Quando a tempestade passa
Você pensa que vem o sol
Mas só dor e sofrimento
Decepção
E você acredita
Com todas as forças que é especial
E que tudo vai ser diferente
Mas só dor e sofrimento
Decepção
Então perde-se o encanto
A doçura já não é mais o suficiente
Você quer tudo e mais um pouco
Mas só dor e sofrimento
Decepção
E então me questiono
Qual é a valia de tudo isso
Se no final o ciclo se repete
Só dor e sofrimento
Decepção
domingo, 18 de abril de 2010
sexta-feira, 16 de abril de 2010
E a corrida recomeça
Sinto o pulsar em minhas veias
Não sei ao certo de onde vem
Euforia
É como se houvesse algo mais no ar
Como se fosse palpável
Estenda as mãos
Sentiria
Meus instintos gritam
Devo ir para outra direção
Mas eu vejo a luz logo adiante
Fuja
Eu vou seguir em frente
Posso sentir seus braços estendidos
Mas a névoa não me deixa prosseguir
Não
É como um vício
Por mais que eu corra, fuja, me esconda
Sempre haverá algo que tratá até aqui
Lembranças
Sinto o pulsar em minhas veias
Não sei ao certo de onde vem
Euforia
É como se houvesse algo mais no ar
Como se fosse palpável
Estenda as mãos
Sentiria
Meus instintos gritam
Devo ir para outra direção
Mas eu vejo a luz logo adiante
Fuja
Eu vou seguir em frente
Posso sentir seus braços estendidos
Mas a névoa não me deixa prosseguir
Não
É como um vício
Por mais que eu corra, fuja, me esconda
Sempre haverá algo que tratá até aqui
Lembranças
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
eu sou o poente
o mar revolto
a distorção sem intenção
uma tempestade tropical
sou a inconstância da alma
a arte da vida
aquela que entra sem pedir licença
a que sai à francesa
uma bolha de sabão
frágil e multicolorida
um diamante de várias facetas
lápidado pelas mãos sublimes do Criador
sou uma criatura malígna
com um toque angelical
sou a lágrima incontida
o muro intransponível
a corrida na chuva
a rebentação
a semente
eu sou o vazio do seu olhar
a mão estendida
o coração recolhido
sou a fiandeira do destino
sou diáfana e etérea
apenas efêmera
sou o amor dentro de ti
o rancor que corrói suas entranhas
o fel amargo da traição
o corpo que deseja mas não terá
sou aquela que deixa as pegadas na areia ao amanhecer
a eremita que ronda seus sonhos
o pesadelo que não acaba
o desespero desmedido
o sofrimento disfarçado
o cinismo em seu sorriso
as promessas desfeitas
o amor eterno e mais um dia
o mar revolto
a distorção sem intenção
uma tempestade tropical
sou a inconstância da alma
a arte da vida
aquela que entra sem pedir licença
a que sai à francesa
uma bolha de sabão
frágil e multicolorida
um diamante de várias facetas
lápidado pelas mãos sublimes do Criador
sou uma criatura malígna
com um toque angelical
sou a lágrima incontida
o muro intransponível
a corrida na chuva
a rebentação
a semente
eu sou o vazio do seu olhar
a mão estendida
o coração recolhido
sou a fiandeira do destino
sou diáfana e etérea
apenas efêmera
sou o amor dentro de ti
o rancor que corrói suas entranhas
o fel amargo da traição
o corpo que deseja mas não terá
sou aquela que deixa as pegadas na areia ao amanhecer
a eremita que ronda seus sonhos
o pesadelo que não acaba
o desespero desmedido
o sofrimento disfarçado
o cinismo em seu sorriso
as promessas desfeitas
o amor eterno e mais um dia
domingo, 27 de setembro de 2009
domingo, 26 de julho de 2009
Elevo minhas mãos e cânticos
Danço em uma roda na floresta
Elas dançam comigo
E brilhamos
Não sei ao certo nesse momento
Se sou eu
Ou parte do todo
Estamos conectados
Sinto como se o chão vibrasse
Como se ar fosse mais pesado
Tenho consciência vaga de quem sou
Não sinto mais meus pés
E flutuando tento te alcançar
Nada parece improvável
Nada tem conotação impossível
Tudo é muito real
E as cores passam
E o vento zumbi
E tudo se torna possível
Até eu e você!
Danço em uma roda na floresta
Elas dançam comigo
E brilhamos
Não sei ao certo nesse momento
Se sou eu
Ou parte do todo
Estamos conectados
Sinto como se o chão vibrasse
Como se ar fosse mais pesado
Tenho consciência vaga de quem sou
Não sinto mais meus pés
E flutuando tento te alcançar
Nada parece improvável
Nada tem conotação impossível
Tudo é muito real
E as cores passam
E o vento zumbi
E tudo se torna possível
Até eu e você!
quarta-feira, 13 de maio de 2009
sou a idéia que não sai de sua cabeça
seu desejo reprimido
aquela que dança em seus sonhos e não pode tocar
sou sua falta de percepção
seu desalento
todos os seu intentos
sou a canção que embala seu adormecer
sou a emoção perdida em seu olhar
sou o sorriso a cada conquista
sou a existência
sou o bater do coração
sou a disciplina ou a falta dela
sou tudo aquilo que sonhou
sou nada daquilo que deseja
sou a teimosia
sou a satisfação não alcançada
sou o entrelaçar de dedos no amanhecer e o abraço do anoitecer
sou a ironia da sua voz
sou a preguiça da manhã de segunda
sou a lua cheia que observa intrigado
sou a mão estendida
a culpa escondida
sou a paciência
a dor que não passa
o inconsciente
a onda que quebra em suas lágrimas
o sabor que enlouquece seu paladar
o pôr do sol da alma
o eclipse de um amor
o sentimento que alimenta aos poucos
a esperança de um dia melhor
sou o querer
a pupila dilatada
o prazer incontido
a escuridão que te aflige
um dia qualquer de sol
sou o que você quer e queria que não fosse
sou a concordância e a discordância
sou um pedacinho de você ao redor de mim
seu desejo reprimido
aquela que dança em seus sonhos e não pode tocar
sou sua falta de percepção
seu desalento
todos os seu intentos
sou a canção que embala seu adormecer
sou a emoção perdida em seu olhar
sou o sorriso a cada conquista
sou a existência
sou o bater do coração
sou a disciplina ou a falta dela
sou tudo aquilo que sonhou
sou nada daquilo que deseja
sou a teimosia
sou a satisfação não alcançada
sou o entrelaçar de dedos no amanhecer e o abraço do anoitecer
sou a ironia da sua voz
sou a preguiça da manhã de segunda
sou a lua cheia que observa intrigado
sou a mão estendida
a culpa escondida
sou a paciência
a dor que não passa
o inconsciente
a onda que quebra em suas lágrimas
o sabor que enlouquece seu paladar
o pôr do sol da alma
o eclipse de um amor
o sentimento que alimenta aos poucos
a esperança de um dia melhor
sou o querer
a pupila dilatada
o prazer incontido
a escuridão que te aflige
um dia qualquer de sol
sou o que você quer e queria que não fosse
sou a concordância e a discordância
sou um pedacinho de você ao redor de mim
domingo, 26 de abril de 2009
E eu tive tanto medo
Poderia esticar minhas mãos
E pegar as suas
Senti-las e afaga-la
Podia ter acariciado suas costas
Seu rosto
Enterrar meus dedos em seus cabelos
Mas tive medo
Poderia ter lhe dito
Olhando em seus olhos
Que o amava sem medidas
O medo não permitia
Queria beija-lo
E beijar seria o auge
De olhos fechados e entregue
Mas havia medo
Perdi momentos preciosos
Só ouvindo sua voz
Aspirando seu perfume
Por medo de tomar uma atitude
Poderia esticar minhas mãos
E pegar as suas
Senti-las e afaga-la
Podia ter acariciado suas costas
Seu rosto
Enterrar meus dedos em seus cabelos
Mas tive medo
Poderia ter lhe dito
Olhando em seus olhos
Que o amava sem medidas
O medo não permitia
Queria beija-lo
E beijar seria o auge
De olhos fechados e entregue
Mas havia medo
Perdi momentos preciosos
Só ouvindo sua voz
Aspirando seu perfume
Por medo de tomar uma atitude
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