domingo, 17 de outubro de 2010
domingo, 3 de outubro de 2010
Sentei-me na relva
Era um dia comum
Era estranho pra mim
Olhava para o céu
Não havia nuvens
Era estranho pra mim
O sol brilhava
E me inundava com seu calor
Era estranho pra mim
A brisa soprava leve
E meus cabelos roçavam meus rosto
Era estranho pra mim
Um sorriso brincava em meus lábios
Uma borboleta
Era estranho pra mim
Fechei os olhos
Inspirei profundamente
Era estranho pra mim
Sentia-me em paz
Feliz
Era estranho pra mim
Quanto tempo duraria
Essa felicidade que parecia infinda
Era estranho pra mim
Era um dia comum
Era estranho pra mim
Olhava para o céu
Não havia nuvens
Era estranho pra mim
O sol brilhava
E me inundava com seu calor
Era estranho pra mim
A brisa soprava leve
E meus cabelos roçavam meus rosto
Era estranho pra mim
Um sorriso brincava em meus lábios
Uma borboleta
Era estranho pra mim
Fechei os olhos
Inspirei profundamente
Era estranho pra mim
Sentia-me em paz
Feliz
Era estranho pra mim
Quanto tempo duraria
Essa felicidade que parecia infinda
Era estranho pra mim
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Foi um processo longo
Enquanto caminhava no negrume dos meus sonhos
A dor me consumia
Enquanto oscilava entre a solidão e o desespero
Não houve tranquilidade nem um por um momento
Era um ciclo, dor, sofrimento, dor
Entre soluços e desenganos
Interminável, era assim
Era tudo e não era nada
Era nada e não era tudo
Uma corrida contra meu eu
Uma corrida por um túnel interminável
Já não sabia mais o que era real e o que era pesadelo
Não havia luz no final
E via seus olhos
Sentia seus braços a me envolver no meu torpor
E meus olhos marejavam
Sentia seu afago em meio aos pedaços de minh'alma
E de repente não havia nada
E de repente não havia nada
Só eu
Só eu
Simplesmente eu
Agonizando em minha dor, na vasta escuridão da minha alma
Enquanto caminhava no negrume dos meus sonhos
A dor me consumia
Enquanto oscilava entre a solidão e o desespero
Não houve tranquilidade nem um por um momento
Era um ciclo, dor, sofrimento, dor
Entre soluços e desenganos
Interminável, era assim
Era tudo e não era nada
Era nada e não era tudo
Uma corrida contra meu eu
Uma corrida por um túnel interminável
Já não sabia mais o que era real e o que era pesadelo
Não havia luz no final
E via seus olhos
Sentia seus braços a me envolver no meu torpor
E meus olhos marejavam
Sentia seu afago em meio aos pedaços de minh'alma
E de repente não havia nada
E de repente não havia nada
Só eu
Só eu
Simplesmente eu
Agonizando em minha dor, na vasta escuridão da minha alma
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
E enquanto os vermes habitavam meus pensamentos
Sentia você se esgueirando
E enquanto meu estômago se agitava
Sentia você se martirizando
E enquanto eu perdia a consciência
Sentia você se esvaindo
Enquanto esvaia
Eu morria
Morriam meus pensamentos
Morriam as cores
Morria a felicidade
Morria o em redor
Morria o tudo mais
Morria o morrer
Enquanto morria
Você sumia
Sentia você se esgueirando
E enquanto meu estômago se agitava
Sentia você se martirizando
E enquanto eu perdia a consciência
Sentia você se esvaindo
Enquanto esvaia
Eu morria
Morriam meus pensamentos
Morriam as cores
Morria a felicidade
Morria o em redor
Morria o tudo mais
Morria o morrer
Enquanto morria
Você sumia
domingo, 18 de abril de 2010
Então quando tudo parece direito
Quando a tempestade passa
Você pensa que vem o sol
Mas só dor e sofrimento
Decepção
E você acredita
Com todas as forças que é especial
E que tudo vai ser diferente
Mas só dor e sofrimento
Decepção
Então perde-se o encanto
A doçura já não é mais o suficiente
Você quer tudo e mais um pouco
Mas só dor e sofrimento
Decepção
E então me questiono
Qual é a valia de tudo isso
Se no final o ciclo se repete
Só dor e sofrimento
Decepção
Quando a tempestade passa
Você pensa que vem o sol
Mas só dor e sofrimento
Decepção
E você acredita
Com todas as forças que é especial
E que tudo vai ser diferente
Mas só dor e sofrimento
Decepção
Então perde-se o encanto
A doçura já não é mais o suficiente
Você quer tudo e mais um pouco
Mas só dor e sofrimento
Decepção
E então me questiono
Qual é a valia de tudo isso
Se no final o ciclo se repete
Só dor e sofrimento
Decepção
sexta-feira, 16 de abril de 2010
E a corrida recomeça
Sinto o pulsar em minhas veias
Não sei ao certo de onde vem
Euforia
É como se houvesse algo mais no ar
Como se fosse palpável
Estenda as mãos
Sentiria
Meus instintos gritam
Devo ir para outra direção
Mas eu vejo a luz logo adiante
Fuja
Eu vou seguir em frente
Posso sentir seus braços estendidos
Mas a névoa não me deixa prosseguir
Não
É como um vício
Por mais que eu corra, fuja, me esconda
Sempre haverá algo que tratá até aqui
Lembranças
Sinto o pulsar em minhas veias
Não sei ao certo de onde vem
Euforia
É como se houvesse algo mais no ar
Como se fosse palpável
Estenda as mãos
Sentiria
Meus instintos gritam
Devo ir para outra direção
Mas eu vejo a luz logo adiante
Fuja
Eu vou seguir em frente
Posso sentir seus braços estendidos
Mas a névoa não me deixa prosseguir
Não
É como um vício
Por mais que eu corra, fuja, me esconda
Sempre haverá algo que tratá até aqui
Lembranças
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